Moradores de Juazeiro, na região Norte da Bahia,chamar a atenção para a falta de segurança para quem precisa atravessar as vias que passaram por intervenções em decorrência das obras do Complexo Viário.
Moradores de Juazeiro, na região Norte da Bahia,chamar a atenção para a falta de segurança para quem precisa atravessar as vias que passaram por intervenções em decorrência das obras do Complexo Viário.
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Segundo os relatos, a retirada de semáforos em alguns trechos e a ausência de agentes de trânsito para orientar motoristas e pedestres têm transformado travessias movimentadas em pontos de risco.
“É revoltante a falta de compromisso e de responsabilidade com os pedestres durante as intervenções da Travessia Urbana. Retiraram os sinais de trânsito em vários pontos e não colocaram agentes para organizar o fluxo de veículos. Quem precisa atravessar a rua está sendo deixado à própria sorte”, reclamou um morador.
De acordo com os pedestres, um dos pontos mais críticos fica nas proximidades das Lojas Americanas, no Centro de Juazeiro.
“A situação é especialmente preocupante na travessia perto das Lojas Americanas. É um local de grande circulação de pessoas, mas os motoristas simplesmente não respeitam a faixa de pedestres. Sem semáforo e sem fiscalização, atravessar a rua virou um risco constante. O pedestre é obrigado a disputar espaço com os carros e arriscar a própria segurança para exercer um direito básico, que é atravessar a rua. É um absurdo passar por isso todos os dias”, desabafam.
Outra crítica é em relação ao planejamento das intervenções.
“O que mais causa indignação é perceber que, durante as adaptações necessárias para a execução das obras, ninguém pensou em garantir condições seguras para quem anda a pé. Parece que só os carros importam. A mobilidade urbana não pode ser planejada apenas para os veículos. O pedestre também merece respeito, segurança e planejamento”, disse outro morador.
Por fim, os pedestres cobram providências imediatas dos órgãos responsáveis pela obra e pelo trânsito no município.
“Fica a pergunta: onde está a responsabilidade dos órgãos competentes diante de uma situação que coloca vidas em risco todos os dias? Será que vão esperar acontecer um acidente grave para tomar alguma providência?”,



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