O drama biográfico Dark Horse acompanha Jair Bolsonaro desde a recuperação do atentado sofrido em 2018

O drama biográfico Dark Horse acompanha Jair Bolsonaro desde a recuperação do atentado sofrido em 2018
O drama biográfico Dark Horse acompanha Jair Bolsonaro desde a recuperação do atentado sofrido em 2018
até a queda política e jurídica retratada em um futuro imaginado pelos autores. Após o roteiro da produção ser divulgado pela coluna Demétrio Vecchioli, do Metrópoles, o debate em torno do filme ganhou força nas redes sociais. Entre os trechos que mais repercutiram está um diálogo inusitado entre Bolsonaro e um enfermeiro gay.
Na cena, Bolsonaro aparece internado, em recuperação da facada sofrida durante a campanha presidencial. Enquanto observa os equipamentos do hospital e o profissional responsável por seus cuidados, o enfermeiro Gaspar percebe o olhar do ex-presidente e antecipa: “Sim, se você está se perguntando, eu sou gay”. O roteiro descreve que Bolsonaro reage com uma expressão de obviedade antes de perguntar: “Tenho seu voto?” Gaspar responde de imediato: “Acho que não”.
Apesar do clima de tensão, a relação entre os dois personagens muda ao longo da trama. Em uma das cenas finais, eles se abraçam e Bolsonaro comenta: “Cuidado, talvez eu ainda consiga o seu voto”. O longa também traz outro momento inspirado em um episódio real envolvendo a comunidade LGBT. Em 2011, o jornalista Felipeh Campos sentou no colo de Bolsonaro durante uma entrevista, em uma ação que definiu como um “teste” para a homofobia do então deputado.
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